Desde esse último dia relatado aí, ficamos mais alguns dias no Rio entre Saara, Madureira e Copacabana durante a noite! Depois de tudo resolvido por lá, seguimos para Angra dos Reis, para Parati e depois Ubatuba. Esse era o roteiro do Geovan para vender os aparadores de panela e as colheres de pau.
Das três, a cidade que mais gostei foi Parati. Todas são muito lindas, verdade. Mas eu gostei muito mais de Parati por conta de sua história. Em três meses do ano (não me lembro exatamente quais) as águas do mar invedem boa parte do centro histórico da cidade, deixando suas ruas repletas de água! Por isso as casas já são construídas em um nível mais elevado, todas tem escadas para entrar, e o mar invade as ruas basta pular da canoa para a porta!
Em Ubatuba deixamos Geovan e seguimos para São Paulo, última parada na nossa viagem. Fomos pela serra que liga Ubatuba à Taubaté, o trecho mais bonito de toda a viagem.
Em São Paulo Bruno ficou no hotel onde tem um pessoal peruano trabalhando para ele e eu peguei o ônibus para Salto. A princípio ele iria ficar lá pelomenos uns 4 dias até resolver todos os seus assuntos. Bom... peguei o ônibus mas antes mesmo de chegar lá Bruno ligou avisando que ia embora na manhã seguinte! Pensa no tanto de nome que eu chamei esse cara...
Mas fazer o quê, vida de caroneiro é assim mesmo! Só fiz chegar na casa de minha irmã, falei 'oi', tomei banho (não estava me aguentando - rs!) e disse tchau!
Voltei pra SP e dormi na casa de minha tia, Geni, onde morei por dois anos quando fiz faculdade lá. No outro dia fui cedo pra Rio Branco encontrar com Bruno. A gente ainda deu um pulo na 25 de Março e no Bras antes de sair.
Estava indo tudo bem na viagem de volta, mesmo com um trânsito imenso devido o feriado de carnaval, estavam todos saindo de SP para o interior. Mas como eu disse, "estava indo tudo bem", até um indivíduo resolver bater no fundo do nosso carro. Daí foi uma confusão que só.

Depois de muito dar voltas para conseguir uma lanterna nova, seguimos rumo ao RJ novamente, e ficamos na casa do Geovan. Saímos no dia seguinte e, novamente, tudo estava indo bem até chegarmos em Linhares... na verdade à 5 minutos de Linhares, próximo ao posto policial, onde o carro... morreu!!!
A bomba de gasosa quebrou. Bruno teve que ir na cidade, buscar um mecânico para dar o diagnóstico da causas mortis do carro. Tivemos que deixá-lo no posto e ir de carona como mecânico para Linhares. Dormimos lá e no outro dia, depois de muito rodar procurando uma loja aberta onde pudesse comprar a peça que precisava, finalmente pegamos o caminho de casa. Torcendo, claro, pra nada mais dar errado!

E realmente não deu! Conseguimos chegar em casa por volta das 20h finalmente tomar um banho decente, comer comida decente e dormir uma noite de sono decente!!! - rs!
Agora é só esperar pela próxima!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário