quarta-feira, 8 de julho de 2009

Festiva Inverno de Comédia

Festival INVERNO DE COMÉDIA do Teatro Reikrauss
Onde suas noites serão mais quentes!
Peças de 10 de julho à 02 de Agosto.
Teatro Reikrauss, Praça Tiradentes - nº 106 (dentro da Galeria Pinheiro Lima) – Curitiba-PR.
INGRESSOS AQUI ->: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=15260646408622505512
(deixem um scrap que o Gustavo H. entra em contato)
Conto com a presença de vocês!!!

terça-feira, 23 de junho de 2009

O Funk da Tia Cartomante

A Cabana - William P. Young


"A falsiade tem uma infinidade de combinações, mas a verdade só tm um modo de ser". (Jean-Jacques Rousseau)
"Deus é o Verbo". (Buckminster Fuller)
"Você podedizer adeu a sua família e a seus amigos e afastar-se milhas e milhas e, ao mesmo tempo, carregá-los em seu coraçã, e sua mente, em seu estômago, pois você não apenas vive no mundo, mas o mundo vive em você". (Frederick Buechner, Telling the Truth)
"Um Deus infinito pode e dar inteiro a cada um de seus filhos. Ele não se distribui, de odo que cada um tenha uma parte, mas a cada um Ele se dá inteiro, tão integralmente como se não houvesse outros". (A. W. Tozer)
"Não há sofrimento na Terra que o Céu não possa curar". (Autor desconhecido)
"A fé nunca sabe onde está sendo levada, mas conhece e ama Aquele que a está levando". (Oswald Chambers)
"A Terra repleta de céu, e cada arbusto coum encadeado com Deus, mas só aquele que vê tira os sapatos; os outros se sentam ao redor e colhem amoras". (Elizabeth Barret Browning)

A Cabana - William P. Young (trecho)

"Mesmo send correntes de ouro, ainda sã correntes".
"Os paradigmas dão forças às percepções, e as percepções dão forças às emoções".

A Cabana - William P. Young

"Rezamos para que a raça humana jamais escape da Terra para epalhar sua iniquidade em outros lugares". (C. S. Lewis)

"Crescer significa mudar e mudar envolve riscos, uma passagem do conhecido para o desconhcecido". (Autor desconhecido)

"Mesmo que encontrássemos outro Édem, não teríamos condição de desfrtá-lo completamente, nem e ficar lá para sempre". (Henry Dyke)

"Novo mundo - grande horizonte,
Abra os olhos e veja que é verdade.
Novo mundo - do outro lado das assustadora ondas azuis". (David Wilcox)

"Quem decidir se oclocar como juís da Verdade e do Conhecimento é naufragado pela gargalhada dos deuses". (Alber Einstein)

"Ah, minha alma, prepare-se paraencontrr Aquele que sabe fazer perguntas". (T.S. Eliot)

"Os homens jamais fazem o mal tão completamente e com tanta alegria como quandoo fazem a partir de uma convicção religiosa". (Blaise Pascal)

"Assim qe abolimos Deus, o governo se torna Deus". (G. K. Chesterton)

A Cabana - William P. Young (trecho)

" Um pássaro não é definido por estar preso ao chão, mas por sua capacidade de voar. Lembre-se disso: os sers humanos não são definidos por suas limitações, e sim pelas intenções de Deus para eles. Não pelo que parecem ser, mas por udo que significa ser criado à Sua imagem e semelhança".

A Cabana - William P. Young

"Duas estradas se bifurcam no mio da minha vida, ouvi um sábio dizer. Pegue a estradamenos usada. E isso fez toda diferença cada noite e cada dia". (Larry Norman pedindo desculpas a Robert Frost)

"Nada nos deixa tão solitáros quanto nossos segredos". (Paul Tournier)

"A alma é curada ao estar com cranças". (Fedor Dostoievski)

"A tristeza é um muro entre dois jardins". (Khalil Gibran)

"Rotineiramente desqualificamos testemunhos e exigimos comprovação. Isto é, estamos tão convencidos da justeza de nosso julgamento que invalidamos provar que não se ajustem a ele. Nada que merece ser chamado de verdade pode ser alcançado por esses meios". (Marilynne Robnson, The Death of Adam)

"... não importa qual seja o poder de Deus, o primeiro aspecto de Deus jamais é o de Senhor absoluto, do Todo-Poderoso. É o do Deus que se coloca no nosso nível humano e se limita".Jacques Ellul, Anarchy and Chistianity)

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A Cabana - William P. Young (trecho)

"Religião, Politica e Economia. É a trindade de terrores criada pelo ser humano que assola a Terra e engana aqueles que a verdadeira Trindade tanto gosta. Quantos tormentos e ansiedades relacionados a uma dessas três coisas as pessoas enfrentam! Falando de modo bem simples: religião, política e economia são ferramentas terríveis que muitos usam para sustentar suas ilusões de segurança e controle. As pessoas têm medo da incerteza, do futuro. Essas instituições, essas estruturas e ideologias são um esforço inútil de criar algum sentimento de certeza e segurança onde nada disso existe. É tudo falso! Os sistemas não podem oferecer segurança, só a verdadeira Trindade pode!"

sexta-feira, 5 de junho de 2009

... uma história por dois e ao mesmo tempo...

"... então cara, outro dia eu estava em São Paulo, dentro do metrô, a noite, tá ligado§ O metrô tava meio vaziozão, assim. Daí eu vi uma cara meio estranho, mal encarado. Meu, fiquei com um medo!!! O cara não parava de olhar pra mim, eu fui começando a ficar inquieto, com meo, tá ligado..."

TROCA!!!

"... tô ligado! Eu tava nesse metrô tbm, vc não me viu§ Eu tava lá! E vi esse cara mal encarado também, e também fiquei com medo dele. Não tava gostando nem um pouco, mas daí desci logo na próxima estação que o metrô parou e caí fora! Quis nem saber! Daí, cara, tava lá subindo a escada rolante, numa boa, e de repente uma véa que tava na minha frente caiu, brother, e..."

TROCA!!!

"... então, a véa caiu, e saiu rolando escada a baixo. Quando ela parou lá embaixo, a bolsa da véa abriu, cara! Meu, daí todo mundo viu o que tinha na bolsa da véa! Tinha um monte de dinheiro!! Meu... todo mundo caiu pra cima! Mas daí apareceu um cara com uma faca, mandando todo mundo sair de perto e começou a pegar o dinheiro. Mas daí, cara, a véa saíu do nada e deu uma chave de braço no cara... (hsuahsuahsuahsuahsuahsuhsuashusahsuususssss...)"

TROCA!!!

"... então... daí... eu não consigo mais pensar em nada... p*q*p*... de onde tu tirou uma vé dando uma chave de braço num cara com uma faca! Isso é demais pra mim. Não sei mais o que falar e tô torcendo pra ele falar logo 'troca'..."

TROCA!!!

"... mas isso de você não conseguir já pode ser lguma coisa muito boa pra se usar pra contar alguma coisa. Você pode usar isso ao seu favor pra não ficar f***..."

TROCA!!!

"... mas de nada adianta... eu já tô f*** mesmo... só me resta esperar pelo 'troca' e mais nada.."

AAAAÊÊÊ...!!!! - uhsuahsuahsuahsuahsuhasssss...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Amor e Desejo – a trajetória de uma vida


O Amor e o Desejo se misturam em nossa vida conforme vamos crescendo, assim como ganhos e a perdas, vitórias e a derrotas.

Um amor infantil de querer ser um médico para ajudar as pessoas;

Um desejo juvenil de desbravar os mistérios da natureza e o que ela tem para nos ensinar;

Um amor pré-adolescente por um mundo melhor;

Um desejo adolescente de uma vida agitada e movimentada por novas experiências;

Um amor quase adulto de querer servir ao próximo;

Um desejo adulto de querer dominar, proliferar, multiplicar, ser forte, mandar em quem quer servir;

Amor em ajudar, colaborar, em socorrer, em ouvir, em falar, ensinar, incentivar, doar;

Desejo pelo desconhecido, em explorar os limites, em ultrapassar fronteiras;

Enfim...

O Amor e o Desejo, hoje: em conhecer e ajudar o próximo; em estar em contato com a natureza e o divino, respeitando-os e aprendendo o que eles têm a nos ensinar; em servir sem esperar nada em troca; em estar pronto para falar e também para ouvir; em entender culturas e costumes; viver experiências e aprender com elas; divulgar a paz; em ser feliz e compartilhar essa felicidade.

Desejo um mundo sem fronteiras regido pelo Amor.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Cinema



Há muito tempo não assistia uma comédia tão boa, e há muito tempo não via o Jim Carrey tão bem como nesse filme. Sem o exagero de caras e bocas que O Máscara o rotulou, mas em situações complicadas, divertidíssimas e inusitadas, que poderia acontecer com qualquer um, desde que resolvesse falar um "sim" pra tudo o que aparecesse pela frente. Esse também...

... vale a pena conferir!

domingo, 17 de maio de 2009

sábado, 16 de maio de 2009

A Bruxa de PortoBello - Paulo Coelho

"... as pessoas que retornava dos combates vinham mortas em cimas de seus escudos, ou mais fortes, em cima de suas cicatrizes".

"... 'Minha filha tem um diploma'. A maioria dos amigos de meus pais, e dos filhos dos amigos de meus pais, tem um diploma. Isso não significa que conseguiram trabalhar no que desejavam - muito pelo contrário, entraram e saíram de uma universidade porque alguém, em uma época em que as universidades parecem importantes, disse que uma pessoa para subir na vida precisava de um diploma. E o mundo deixa de ter excelentes jardineiros, padeiros, antiquários, pedreiros, escritores".

"Diante de mim havia duas estradas. Eu escolhi a estrada menos percorrida. E isso fez toda diferença" (Robert Frost).

"Santo é aquele que dignifica sua vida. Basta entender que todos nós estamos aqui por uma razão, e basta comprometer-se com ela. Assim, podemos rir de nossos grandes ou pequenos sofrimentos, e caminhar sem medo, conscientes de que cada passo tem um sentido".

"Vou buscar a aventura de estar vivo!"

"A fé não é um desejo. A fé é uma vontade. Desejos sempre são coisas a serem preenchidas, vontade é uma força".

O Jardim do Diabo - Luíz Fernando Veríssimo

"As civilizações em ruínas produzem cínico e crentes. Ou você não acredita em mais nada ou você acredita em tudo".

ou então,

"Os pensamentos maus também ferem a carne".

ou então,

"Sem a feliz culpa de Adão (o pecado) a humanidade não teria se degradado e a Igreja seria desnecessária. Estaríamos livres da hitória e do tempo, mas não teríamos a liturgia, o doce martírio dos santos e a redenção final".

ou então, ou então,

"Às vezes só o que é preciso para desvendar um mistério é olhar para frente".

Dona Maria, abaixa o rádio!

"... e enquanto você lê o mar vai virando as suas páginas escurar... virando as suas páginas escuras..."

ora, ora Macieira, ora, ora

"Tanto faz que numa ponta da espada esteja um guerrilheiro ou um príncipe melancólico, desde que na outra esteja espetado um rei"

Dona Maria, o rádio!

"Embora vigies, a morte conspira nas entrelinhas" (Alcides Buss).

A Utopia - Thomas Morus

"Permaneço ali por vocação pessoal, como homem que se preocupa antes em correr o mundo do que em saber onde serei enterrado".

"Na falta de urna funerária, toda cinza tem o céu por mortalha".

"Para chegar aos deuses, de onde quer que se parta, o caminho é o mesmo".

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Comunidade

"Eu sou Andarilho"...

A nossa comunidade! Aberta para todos que têm a vida como maior presente dado por Deus e quer aproveitá-la da melhor maneira possível: viajando, conhecendo lugares, culturas, e fazendo muitos amigos!

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=52913584

Participe!

domingo, 19 de abril de 2009

Cinema

A busca por um sonho e a força de vontade para seguir a diante e realizá-lo. Um filme que nos faz pensar em o que temos feito e o q deixamos de fazer com a nossa vida. Nos ensina a encarar as coisas com cabeça erguida e não ter medo ir em frente e enfrentar nossos obstáculos.
"Se quer muito alguma coisa, vá até lá e pegue"
Na Natureza Selvagem (into the Wild)...
...vale a pena conferir!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Eita, relaxo... cansei!

Bom, galera... ainda falta dia pra caramba até o final dessa viagem... então vou resumir de forma bem rápida...

Desde esse último dia relatado aí, ficamos mais alguns dias no Rio entre Saara, Madureira e Copacabana durante a noite! Depois de tudo resolvido por lá, seguimos para Angra dos Reis, para Parati e depois Ubatuba. Esse era o roteiro do Geovan para vender os aparadores de panela e as colheres de pau.

Das três, a cidade que mais gostei foi Parati. Todas são muito lindas, verdade. Mas eu gostei muito mais de Parati por conta de sua história. Em três meses do ano (não me lembro exatamente quais) as águas do mar invedem boa parte do centro histórico da cidade, deixando suas ruas repletas de água! Por isso as casas já são construídas em um nível mais elevado, todas tem escadas para entrar, e o mar invade as ruas basta pular da canoa para a porta!

Em Ubatuba deixamos Geovan e seguimos para São Paulo, última parada na nossa viagem. Fomos pela serra que liga Ubatuba à Taubaté, o trecho mais bonito de toda a viagem.

Em São Paulo Bruno ficou no hotel onde tem um pessoal peruano trabalhando para ele e eu peguei o ônibus para Salto. A princípio ele iria ficar lá pelomenos uns 4 dias até resolver todos os seus assuntos. Bom... peguei o ônibus mas antes mesmo de chegar lá Bruno ligou avisando que ia embora na manhã seguinte! Pensa no tanto de nome que eu chamei esse cara...

Mas fazer o quê, vida de caroneiro é assim mesmo! Só fiz chegar na casa de minha irmã, falei 'oi', tomei banho (não estava me aguentando - rs!) e disse tchau!

Voltei pra SP e dormi na casa de minha tia, Geni, onde morei por dois anos quando fiz faculdade lá. No outro dia fui cedo pra Rio Branco encontrar com Bruno. A gente ainda deu um pulo na 25 de Março e no Bras antes de sair.

Estava indo tudo bem na viagem de volta, mesmo com um trânsito imenso devido o feriado de carnaval, estavam todos saindo de SP para o interior. Mas como eu disse, "estava indo tudo bem", até um indivíduo resolver bater no fundo do nosso carro. Daí foi uma confusão que só.

Depois de muito dar voltas para conseguir uma lanterna nova, seguimos rumo ao RJ novamente, e ficamos na casa do Geovan. Saímos no dia seguinte e, novamente, tudo estava indo bem até chegarmos em Linhares... na verdade à 5 minutos de Linhares, próximo ao posto policial, onde o carro... morreu!!!

A bomba de gasosa quebrou. Bruno teve que ir na cidade, buscar um mecânico para dar o diagnóstico da causas mortis do carro. Tivemos que deixá-lo no posto e ir de carona como mecânico para Linhares. Dormimos lá e no outro dia, depois de muito rodar procurando uma loja aberta onde pudesse comprar a peça que precisava, finalmente pegamos o caminho de casa. Torcendo, claro, pra nada mais dar errado!

E realmente não deu! Conseguimos chegar em casa por volta das 20h finalmente tomar um banho decente, comer comida decente e dormir uma noite de sono decente!!! - rs!

Agora é só esperar pela próxima!!!

sexta-feira, 6 de março de 2009

15/02/09

Acordamos 8h10 mas só saímos quase 11h. Hoje nosso destino foi o Rio de Janeiro. Para chegar aqui passamos por Araruama, Iguaba, Iguabinha, Niterói (e logicamente pela ponte Rio-Niterói, muito massa!) e finalmente Rio.
Fomos para a Feira de São Cristóvão logo de cara. É algo como um complexo de camelôs que par entrar tem que pagar R$1,00. Aquela mesma história, passa em uma loja, em outra, umas compram, outras não. Pra ser bem sincero, a essa altura da viagem, depois de ter feito isso tantas vezes, eu poderia dizer que já estava cansado desse ritual. Mas era tudo tão novo, inédito. Eu gosto de novidade, fico eufórico diante dela. Talvez por isso, por mais que eu fizesse aquilo milhões de vezes em um dia não poderia dizer que estava cansado porque estava conhecendo outros lugares, outras pessoas, aprendendo muito com cada venda. A única coisa que me deixava com desejo de parar e ir pra casa era quando a sujeira já não encontrava mais lugar no corpo pra entrar. Daí começava a me agoniar, querer tomar um banho, ou mesmo lavar mão e rosto.
Mas enfim, da Feira de São Cristóvão fomos para a Feira de Ipanema. Para conseguir uma vaga ali estava difícil. O por que vimos logo mais à frente em uma rua que entramos. Estava tendo uma festa na praia de Ipanema, devia ser algo como um carnaval antecipado com trio elétrico e muita, mas muita gente mesmo! Ficamos um pouco mais de uma hora para atravessar uma quadra. Enquanto isso a galera que estava fora tratava de distrair quem estava no transito, dançando, rebolando e fazendo mais algumas coisas que prefiro não comentar na frente dos carros.

Quando conseguimos sair dali demos mais umas duas voltas até achar um lugar para estacionar. Bruno e Geovan foram na feira e eu fiquei no carro, não sabíamos se o lugar podia mesmo estacionar ou não, mas no final das contas podia.
Terminado Ipanema, mais uma feira: a de Copacabana. Mas não era dia da feira. No lugar dela tinha o que parecia ser a bateria de uma escola de samba ensaiando e mais um tanto de gente seguindo seu som. Demos uma volta, olhamos a praia, o movimento e fomos para o Hotel Universo, que fica no centro do Rio, no Saara. Este será o nosso destino amanhã, então é melhor dormir aqui perto.

14/02/09

A situação ta começando a ficar complicada. 6h ontem, 7h hoje. Ai, que saudade de acordar 12h!!!
Saiu todo mundo pra levar o cunhado da Jane na rodoviária. Ela e as meninas foram de carro. Eu fiquei dando uma geral na amostra de mercadoria. Quando Bruno e Geovan chegaram foram fazer algo para comer, enquanto eu lavava os pratos que tinham ficado da noite anterior. E aí depois um varre casa, outro passa pano, eu lavei o banheiro e depois de todo mundo tomado banho pegamos nossas muambas e fomos vender. De volta à Búzios, ainda o cenário de tristeza, uma venda só se não me engano (fiquei no carro novamente). De lá voltamos pra casa entre berros, estouros e risadas. Variação de temperamentos, oh coisa complicada!!!
Demos uma passada em casa para reabastecer e seguimos para a Feira da Praia do Forte em Cabo Frio. Sem sucesso, os “barraqueiros” não estavam comprando nada. Como não se pode desperdiçar uma oportunidade, fui dar uma volta ali pela orla, dessa vez para dar uma olhada melhor nas esculturas que tinha nas praças, na fonte, no lago, coisa e tal.
A essa altura do campeonato eu já tinha acompanhado muitas vendas, não só do Bruno como também do Geovan. Tem sido uma aula, algo como Técnicas de Vendas. O que se deve e o que não se deve fazer, como abordar o cliente, como tratá-lo antes, durante e depois, que é o mais importante. Simpatia, carisma, firmeza de voz. A idéia é: não é você que precisa vender, são eles que precisam comprar. Assim você já começa com uma vantagem sobre os clientes. Daí em diante é levar no jeitinho brasileiro e gingado baiano (rs!).
Hoje fomos promovidos, já estamos dormindo em camas! Tivemos que dar um trato no quarto antes de entrar, deixamos de molho no SBP por uns 30 minutos. Parece que deu certo, agora é só deitar e curtir os sonhos!

13/02/09



Esse dia não foi generoso comigo. Fui acordado lá pelas 6h com a chegada de Geovan e Jane.


Todo aquele alvoroço, gritaria, conversa, e conta isso, conta aquilo. Recebi mais um nome para a coleção: Visconde. E soltam novidades, soltam problemas e soluções. Depois de uma longa conversa sobre o que tinha acontecido desde a última vez em que Bruno e eles se viram, saímos com Geovan e o cunhado de Jane para tentar vender mais alguma coisa. Fomos direto para Búzios. Infelizmente eu esqueci a máquina na mochila porque, apesar de não ter me agradado muito, Búzios é sim um lugar muito bonito. Enquanto eles saíram para vender em algumas lojas eu fiquei no carro tomando conta caso algum guarda falasse alguma coisa, e também observando o lugar.


Como eu disse, não gostei muito de Búzios. Pelo tanto que se fala pensei que fosse mais. Mas ainda assim é um lugar muito bonito, não apenas pelas praias, pelas esculturas na orla, ou pelo seu estilo rústico e com ar de histórico. Também faz parte da beleza de Búzios seus visitantes, os turistas. A diversidade (olha ela aí de novo) é fascinante naquele lugar. A predominância naquele dia foi, visivelmente, de argentinos. Mas também tinham Italianos, alemães, franceses, ingleses, e Deus sabe mais quantos. A oportunidade de poder trocar algumas palavras com eles, ainda que fosse apenas para tirar uma foto (algo que fiz questão de fazer sempre que passava um casal : “yo puedo sacar La foto para ustedes§”), para dar uma informação, ou simplesmente para dizer um “oi” ou desejar um “bom dia”.
Naquele dia Búzios acordou triste. Na noite passada tinha caído uma chuva que causou o desabamento de parte do morro. Um quarto de uma pousada e parte de algumas lojas que ficavam abaixo do morro foram destruídos. Tinha gente ligando para dizer que estava bem, gente chorando ao telefone dizendo que havia perdido tudo. Dava pra sentir realmente a dor de algumas pessoas ali. Em contraste, os passageiros do cruzeiro se divertiam nos restaurantes à beira mar ao som de samba e encantados com o rebolado das mulatas. Ou entrando de loja em loja comprando lembranças do Brasil. As Havaianas eram campeãs de venda (rs!).
E lá fomos nós, de volta para Cabo Frio. Demos uma volta no centro, sem sucesso também, e voltamos para casa para almoçar. Já eram quase 16h. Geovan ficou com o cunhado para ajudar Jane a arrumar a bagagem, ela estava de partida para a Bahia no outro dia. Eu e Bruno fomos para Rio das Ostras. Vendemos um pouco em uma loja, pouquíssimo na feirinha, e um pouco mais que um pouco num centro de artesanato chamado Tocolândia. De lá voltamos para casa de Geovan e Jane. Era aniversário dela e o pessoal estava nos esperando. Empadão de frango e torta com lascas de chocolate branco e ao leite. Maravilha de Deus!
Hoje já melhorou a nossa situação, temos um colchão para dormir! Então deixa eu aproveitar enquanto posso. Tô indo...!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

12/02/09

Que maravilha! Levantei às 9h da manhã! Isso estava ficando bom de mais. Bruno levantou mais cedo e foi arrumar o carro que estava uma zona. Saímos da pousada e fomos em umas lojas onde ele já vendia. Ficamos um tempão por lá, vendendo pra um lojista e depois tivemos que ficar esperando a dona da outra loja chegar. Enquanto isso fomos tomar café e depois eu fui em um morro onde tem umas paradas históricas e uma vista espetacular da cidade. Ali pude ver que Cabo Frio é realmente uma cidade muito bonita. A parte que mais gostei foi onde fica a pousada que dormimos. Tem um calçadão na orla com barracas, todas organizadas, muitas esculturas nas praças em frente, um lago bem legal. Show de bola!


Ficamos por lá todo o dia, entre uma loja e outra e a feirinha. À noite fomos tomar banho na praia debaixo de chuva, uma delícia! Com direito a banho com a água que se acumulava nos toldos das barracas (rs!). De lá saímos para procurar novamente a casa dos amigos de Bruno. Tá pra nascer homem mais insistente! E ele foi de casa em casa onde já tinha ido, onde podia obter alguma dica de onde seus amigos poderiam estar morando, eles tinham mudado de casa. Tudo isso debaixo de chuva, entrando numas estradas de terra, toda esburacada. E não é que o cara achou a tal da casa!
Só tinha um problema: os tais amigos dele não estavam, tinham ido pra São Paulo. Na casa só tem as filhas e o cunhado da Jane, esposa do Geovan (esses são os amigos de Bruno). Mas mesmo assim ficamos aqui. Colocamos um tapete em cima de outro, uma rede e um edredon já gasto e fizemos nossa cama “super macia”! A desculpa do cunhado da Jane foi que eles poderiam chegar durante a noite e não teria colchão pra eles.


Mas o que ele não sabia é que tinha um colchão debaixo da cama que ele dormiu. Mas é isso aí, não tenho do que reclamar ( a não ser do pernilongo que entrou na minha boca quando fui levantar para ir ao banheiro durante a noite). Assisti o Big Brother de novo, mais alguma outra coisa que não me lembro e fui dormir, o dia já tinha sido muito longo.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

11/02/09

Rapaz, Deus é bom de mais! Achei que ia madrugar mas acordei 8h! Bom, bom, bom, bom, não, mas tá bom! (rs!).
Saímos de Guarapari e fomos para Piúma, cobrar um cara que devia a Bruno. Eu vou tentar relatar o quadro, mas só vendo mesmo pra entender. Aquela casa, aquelas pessoas, pareciam personagens de filme ou desenho, sei lá. E não no sentido cômico, mas desgraçado mesmo.
Começa pela localização da casa. Em uma rua sem saída, a não ser que pule no rio que fica logo na esquina. Várias peixarias acentuando ainda mais o clima de litoral. A casa tinha mais dois pavimentos superiores, provavelmente estavam divididos também em mais alguns outros por lá. Em baixo tinha casa nos fundos e a da frente.
O pai, um velho gordo, pançudo, com a pele queimada de sol, as costas arqueadas pelo peso da barriga, o rosto todo enrugado, barba para fazer, na boca só tinha os dois dentes caninos inferiores que apontavam pra fora quando fechava a boca, os olhos pareciam duas bolas de gude porque eram pequenos e redondos. Coloque por cima mais uns meio quilo de catarata. É quase isso. O cabelo branco com a raiz queimada, grande e todo desgrenhado. E aí cicatrizes, unhas, bafo e etc.
Foi com ele que falamos primeiro. Perguntamos onde o Fulano estava (não vou colocar nomes aqui, não é) e ele disse que estava em Vitória. Desenrolou mais uma história e continuou falando. Fomos para o irmão que estava sentado na calçada um pouco mais ao lado, limpando uns ossos para fazer colares. Outra figura. Não bastasse o sotaque que, infelizmente, não dá para reproduzir aqui porque é o melhor, ele também tinha a pele surrada pelo sol, a perna toda ferrada, cheia de marcas e cicatrizes. Não sei o porque, mas ele perdeu parte da panturrilha. Algo parecido com uma mordida, ou um ferro que saiu cortando tudo, não sei. Ele também não sabia onde o irmão estava. Perguntou ao pai no seu sotaque engraçado, e deu idéia do que Bruno deveria fazer.
Enquanto isso, outros personagens da família ia aparecendo. Um menino manco de uma perna, outro que usava óculos fundo de garrafa com cordinha para segurar no pescoço, um outro menino com a coluna parecida com a do avô, um rapaz com cara de quem havia cheirado água-viva (rs!). E assim ia! De repente, um tufo de cabelo vindo do alto passa a dois centímetros de Bruno. Alguns minutos depois uma vassoura quase bate em minha cabeça. Passamos a ficar mais atentos com o que vem de cima, a partir daí!
Uma das netas estava saindo de casa e o irmão de Fulano perguntou à ela onde estava a esposa de Fulano, vamos chamá-la de Fulana. A menina disse que havia ido para a praia, junto com a avó. Depois de muita conversa, de repente quem aparece na janela de cima? A Fulana. Mas não resolveu muita coisa, disse que não se metia nos assuntos do marido e tudo mais.
A Fulana é uma estranha no ninho. Ao que parece, nem todo mundo da família a ver com bons olhos porque colocou toda a culpa em cima dela. A coitada está com reumatismo, anda mais devagar que uma tartaruga. Ela teve um problema no seio direito, foi no médico, marcou a cirurgia, e o cara tirou parte do outro seio que não tinha nada a ver com a história.
Ela desceu, conversou com um e com outro fingindo que não via Bruno, e seguiu para o posto tomar sua injeção diária. Bruno foi atrás dela e conversou por uns cinco minutos. Os dois voltaram para a casa e então a Fulana gritou: “Fulano! Oh, Fulano”. É, o Fulano também estava lá! Quanta mentira pra uma só manhã. A única verdade naquela história toda foi que a avó tinha ido pra praia. Não demorou muito ela chegou com as conchas que catou, cumprimentou a gente e entrou. Bruno conversou com o Fulano, acertou um acordo com ele e fomos embora. Ficamos de passar lá na volta. Que família estranha!

Praça da Igreja em Campos dos Goitacazes

Bom, tudo certo e nada resolvido, seguimos para Campos dos Goitacazes, também uma cidade bonita, mas pelo visto muito violenta e marginalizada. Vendemos uma quantidade legal lá. Até eu fiz uma venda!Saímos de Campos, entramos no estado do Rio de Janeiro com a intenção de chegar logo em Cabo Frio para dormir na casa de uns conhecidos de Bruno. Horas na estrada e nada de cidade, só buracos. Chegamos em Rio das Ostras e, mais uma surpresa: o pneu furou!

Isso já era de noite e estávamos longe do possível lugar onde dormiríamos. Tivemos que colocar novamente o pneu antigo, comemos um sanduíche monstruoso e fomos para Cabo Frio. Bruno, muito insistente, rodou não sei quantas horas procurando a casa dos amigos dele até resolver parar para dormimos em uma pousada. Já era 1h da manhã! Eu não quis saber de mais nada, só tomei banho e agora vou cair na cama. Já é!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

10/02/09

Esqueci de falar ontem, ainda estamos no horário de verão. Hoje acordei às 07h40. Rodamos um pouco pelo centro atrás de algumas lojas, mas nada também. Ninguém comprou nada. Paramos para tomar café em uma lanchonete com duas garçonetes amarguradas com a vida e com o trabalho e seguimos para a capital, Vitória.
Me surpreendeu porque eu não esperava tudo aquilo. Não é um “nossa que lugar bonito!”, mas é que eu realmente não dava nada por nenhum lugar o Espírito Santo. Mas em Vitória eu vi muitas praias bonitas, ruas legais, pracinhas bem feitas, gente bonita, o porto se tornou uma atração a parte. Enfim, gostei de Vitória.
O primeiro lugar que paramos vendemos legal. Se eu não me engano foi nossa primeira maior venda. O dono da loja é um senhor muito simpático, de fala tranqüila e de olho nos negócios. Ele já importa produto da China, do Peru e quer mais. Aos poucos foi dando uma aula de comércio, de exportação e importação, e só ligado em tudo.
De lá passamos em mais algumas outras lojas que compraram um pouco, em algumas barraquinhas na feira de artesanato, comprei pilhas para pôr na máquina (a partir de agora teremos fotos e vídeos, a-ha!) e de lá seguimos para Vila Velha. Não daria para perceber que saímos de uma cidade e entramos em outra se não fosse por uma ponte. De um lado Vitória e do outro Vila Velha. Tão bonita quanto! Mas achei as praias daqui melhor do que as de Vitória. Tudo bem que a água estava um gelo, mas o banho foi muito bom!

Vista sobre a ponte que liga Vitória à Vila Velha

Quando chegamos em Vila Velha paramos na primeira feirinha que vimos em uma praça, mas não tinha nada de artesanato. Nos indicaram a rua do convento, e lá fomos nós. Imagine dois marmanjos perguntando pelo convento da cidade. Umas duas pessoas a quem perguntamos onde ficava perguntou se estávamos realmente indo para o convento e então tínhamos que explicar toda história de que trabalhávamos com artesanato e que indicaram pra gente umas lojas na rua do convento e blá blá blá. Catar uma freira que não podia ser, né!?
Não tivemos muito sucesso no convento (rs!), e pelo que diziam não tinha outro lugar onde se vendia artesanato na cidade. Inaceitável! Uma cidade do porte de Vila Velha tinha que ter pelo menos um lugar a mais onde vendiam artesanato.
Dito e feito. Achamos um calçadão, próximo a praia onde tomamos banho, cheio de barraquinhas e hippies vendendo sua arte. Vendemos um pouquinho ali, outro pouquinho cá. Troquei umas idéias com os hippies (básico!), fizemos um lanche por ali mesmo e trocamos o pneu direito dianteiro porque estava só na capa! Colocamos o step que estava um pouco melhor.

Seguimos viagem para Guarapari, onde Bruno tem parente e poderíamos dormir sem pagar pernoite! Demorou um pouco pra achar mas chegamos. Depois de um banho, de um cafezinho e de assistir o Big Brother, acho que já estou pronto pra puxar um ronco. Amanhã, infelizmente, vou ter que acordar cedo. Aqui em Guarapari não tem nada que interesse a Bruno se tratando de comércio, então temos que sair um pouco mais cedo para chegar na próxima cidade umas 8h ou 9h no máximo. Pobre de mim!!!

09/02/09

Dormi na casa de Tia Lande porque íamos sair cedo e assim foi. Às 5h30 de hoje já estava de pé para o começo de uma viagem onde o dia de amanhã sempre era um mistério. Saímos de casa, Camacan, e aí o primeiro acidente. Um cachorro esperou todos os carros que tinha na nossa frente passar e achou de atravessar justamente na nossa vez. Pegou na traseira do cachorro, o choque quebrou um farolete do carro e sabe lá Deus o que aconteceu com o pobre cão!
A primeira parada não demorou muito, foi em uma fazenda onde o irmão de Bruno trabalha como caseiro. Passamos para vê-lo e aproveitamos para tomar café, pois tínhamos saído sem comer. Terminado o café voltamos pra estrada passando por Santa Luzia, São João do Paraíso, Itagimirim, Eunápolis e Itamaraju, onde entramos. Passamos por uma loja, por outra. Vender que é bom só em uma, mas vendeu legal.
De lá pegamos o caminho para Prado, litoral da Bahia. Já tinha ouvido falar muito desse lugar, mas não achei tudo aquilo que me disseram. Lá vendemos só um pouco de brincos e paramos para almoçar. Seguimos o caminho para Alcobaça, outro lugar que se falava muito ultimamente. As praias realmente são bonitas mas o centro é fraco, não vi muito movimento. Não vendemos nada. Sem perder tempo, pegamos estrada e saímos em Teixeira de Freitas. Não paramos mais em nenhuma outra cidade da Bahia passando direto por todas, assim, finalmente, entramos no estado do Espírito Santo.
Passamos por Pedro Canário e entramos para tentar um venda. Nada. Seguimos para São Mateus, uma cidade até bonita e divertida. Para seguir adiante no semáforo não basta o sinal estar verde, um tem que gritar “TÁ ABERTO” pra gente poder seguir. Bom, não temos culpa que a lâmpada verde estava queimada!
Também não vendemos lá, só comemos um acarajé horrível, o pior que comi até hoje. Também, fui querer procurar acarajé fora da Bahia, é isso que dá! De lá fomos para Linhares. Já era umas 17h pra 18h quando achamos um hotel para pousar. Nada de muito requinte, mas tem garagem e dá pra dormir. Tomamos banho e fomos atrás de algo pra comer. Comi uma tal de uma coxinha no ‘bar Pinheiros’, também foi a pior coxinha que já comi na minha vida. A miserenta até dor de dente me deu. Agora vou tirar um ronco porque amanhã tem mais cidades pela frente. O bom é que não vou ter que acordar 5h30 novamente, já que o comércio só abre a partir de 8h. Vamos dar uma volta aqui em Linhares e seguir caminho depois. Fui...!

O início de uma longa aventura!

Viagem NA CARONA com Bruno pelo litoral Sudeste (ES, RJ e SP). A viagem consistiu em vender a mercadoria que ele fabrica, ou seja, artesanato feito com côco. Eu fui de carona e, seguindo o maior e melhor estilo andarilho de ser, ajudei no que foi preciso (separando mercadoria, levando as encomendas pra lá e pra cá) em troca não só da viagem como também das refeições e pousadas! Foi uma viagem de 15 dias cravados, de 9 à 23 de fevereiro. Tudo registrado em textos e imagens!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Viva a diversidade!

Não consigo entender como existe pessoas que não se interessam em conhecer outros lugares, ou mesmo outras pessoas. Que se limitam ao seu mundinho, seu espaço. Que não levantam a cabeça para olhar para frente, seguem a vida toda andando de cabeça baixa.

Tem tanto lugar bonito pra conhecer nesse mundo! Tanta gente interessante, tanta curiosidade, tanta novidade. Em cada lugar que você passa sempre tem algo diferente. Seja um alimento, uma fruta, um costume, um vocabulário.

A diversidade é fascinante!

Imagine se todo lugar no mundo fosse igual à sua cidade. Se todas as pessoas do mundo fossem iguais a você. Você acha que esse mundo seria interessante? Sinceramente?

Se eu fosse citar a quantidade de lugares interessantes passaria o resto dos meus anos aqui. Mas deixo uma dica. O Jornal Hoje, da rede Globo, está passando essa semana uma série sobre as cidades argentinas que fazer fronteira com o Brasil. Acesse esse site e assista o vídeo do Trem das Nuvens, e veja que paraíso, que maravilha de paisagem está bem aqui, do nosso lado, e a gente nem desonfiava!

http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL986580-16022,00-TREM+DAS+NUVENS+REFAZ+ANTIGO+CAMINHO+INCA.html

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Amigos



Primeiro as damas: Suh e Jehssy. Os marmanjos: Nabas, Jaspion, Tiago, Eslan e o Gordinho. Dias de muita curtição, de muita ralação tbm! Um pouco de dor de cabeça, algumas preocupações, umas boas confusões, surpresas a cada virar de esquina... Tudo isso acompanhado de boas filosofias da Jehssy Nabas, e é com uma delas, a melhor de todas, que eu termino não só o vídeo como também esse post. "Fazendo merda é que se aduba a vida"! Vlw galera!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Eu não devia ter voltado.

Nuca se deve voltar atrás. Essa é a lição que eu estou aprendendo à duras custas.
Para quem me conhece, aliás, quem me conhece melhor do que eu mesmo. Sendo assim, para mim, que me conheço como ninguém, sei que hoje sou melhor do que era antes. Pelo menos estou mais sociável, mais aberto para o que acontece na vida. Esses últimos três meses eu posso dizer que vivi. Pude ser um pouco daquilo que sempre fui, mas que o passado sempre freou para que eu não aparecesse. Para se ter idéia, fiz mais amigos em 3 meses do que em 20 anos de minha vida. Fiz muitos bons conhecidos, isso sim. Mas amigos mesmo foram poucos. Nesses últimos três meses além de muitos bons conhecidos fiz também muitos bons amigos. Acredito que até mais do que em 20 anos.
Mas daí eu voltei. Eu não devia ter voltado. Talvez tenha sido o lado errado da bifurcação da estrada. E se eu tivesse continuado§
Mas eu precisava voltar. Precisava§ E todos aqueles problemas que achei que só resolveria se eu estivesse aqui, presente. Acaso estão resolvidos§ Nem todos. Muitos sim, isso é verdade. Talvez se eu não tivesse voltado não tivesse resolvido. Ou talvez encontrasse uma outra forma de resolvê-los.
Mas para onde iria§ Onde ficaria§ Não ter onde ficar é perturbante. Não ter um posto, um porto para onde voltar. Isso não é bom. Achei que aqui fosse um porto, mas talvez seja um poço. O que é um poço§ No poço vamos a busca de água, para refrescar, relaxar, aliviar o calor, o cansaço, esfriar a cabeça. Mas, se não tiver cuidado, podemos cair no poço. E aí pode ser que não tenha mais volta. Se não tiver uma mão amiga para te puxar pra cima novamente, você só afunda, desce, cai. Some. Tudo volta ao que era antes. Escuridão, prisão.
Eu estou sentado na beira do poço nesse momento. Mais para dentro do que para fora. Um movimento errado e com certeza eu caio. Volto para o passado, para a prisão. É quase como uma regressão. Se não aparecer uma mão amiga para me ajudar, é capaz de eu cair. Mas esse é o problema. Uma mão amiga. Onde estão as minhas mãos amigas§ Uma, que eu tenho certeza que me ajudaria (por que já me ajudou muito, por mais que não saiba) está muito longe. Ainda assim me ajuda, vem em meu socorro de vez em quando. Mas para esse caso é diferente. Tem que ser uma mão presente. Se eu não reagir, e colocar postura diante de mim mesmo, da minha vida, pode ser que eu caia, porque a mão amiga presente pode não chegar a tempo, ou pode nem mesmo vir.
Eu não devia ter voltado.

domingo, 18 de janeiro de 2009

testando...

http://www.youtube.com/watch?v=KXoAK2vPma4